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sábado, 19 de maio de 2007

Sou uma rocha e sua liberdade
Em paciência centenária de tartaruga
Trazendo meia vida aos caminhos automáticos
E o peso de pêndulos nos bolsos.

Ando embreagado de sono
Dando largos risos ensandecidos sob as olheiras
Dos olhos que observam com indeferença
Um mundo girando num ritmo desajustado.

Não tenho pressa, o orvalho
Encharca minhas vestes com o mesmo descanso
Inquietando-me nos antigos sonhos.

Em um dia qualquer, acordo
Como que saído de um lago,
Mas com o mesmo sono de outrora.

2 comentários:

Paulo Fernando disse...

Desculpa pelos "beijos"... ahahaha... Eu não sabia que vc era "Duda" de Eduardo... ahahah

Falando da poesia, ficou muito maneira... maneiríssima!
Eu não escreveria melhor...

Bjos... ou melhor, ABRAÇOS! AHAHAAHAHA

B. disse...

Posso colocar tudo no plural e roubar pra mim? ;) rs